quinta-feira, 28 de junho de 2012

SILÊNCIO: O MANTRA MÁGICO

SILÊNCIO...

SILÊNCIO assegura o CORAÇÃO SEMPRE RICO.

SILENCIO representa algo, NUNCA É VAZIO.

SILÊNCIO colabora sempre.

SILÊNCIO me protege.

SILÊNCIO deixa forte.

SILÊNCIO ajuda a encontrar soluções.

SILÊNCIO é e.x.t.r.e.m.a.m.e.n.t.e preenchedor.

SILÊNCIO é minha NATUREZA.

SILÊNCIO revela DEUS.

SILÊNCIO guarda todas as minhas mais elevadas qualidades.

Quando viajo para dentro da alma volto CHEIO DE SILÊNCIO.

SILÊNCIO FAZ COMPREENDER tudo e todos.

SILÊNCIO torna SAUDÁVEL CORPO E MENTE.

SILÊNCIO REVIGORA.

SILÊNCIO faz ligação DIRETA COM DEUS.

SILÊNCIO me preenche de BEM AVENTURANÇA.

SILÊNCIO é o caminho mais fácil PARA O PERDÃO.

SILÊNCIO é a direção certa para a HUMILDADE.

SILÊNCIO é o facilitador para a HARMONIA ENTRE OS CORAÇÕES.

SILÊNCIO CURA E LIBERTA.

SILÊNCIO NATURAL significa AUTOCUIDADO E AUTORRESPEITO.

SILÊNCIO limpa a alma.

SILÊNCIO transforma coisas difíceis em fáceis.

SILÊNCIO dá clareza mental.

SILÊNCIO refina a INTUIÇÃO e aguça a PERCEPÇÃO.

SILÊNCIO cria novidade.

SILÊNCIO não incomoda.

SILÊNCIO... liberta!

SILÊNCIO...

eu baba´s rock III

Gal Rosa

sexta-feira, 1 de junho de 2012

CARTA AOS QUE ENVELHECEM DESANIMADOS

 

 

vovozinha

Que efeito de vida é esse em que um dia a gente perde a prosperidade?

Será que eu vou ficar assim também?

Ah! Não quero não!! A vida pra mim é eterna, mesmo morrendo. O que significa que as coisas não páram, mudam de palco mas não páram.

Ontem mesmo estava pensando em como é real a escolha pela morte: mais uma vez tive nítida impressão de que é a gente que escolhe "quando começar a morrer", mesmo sem saber do dia...

Deve ser que a gente começa sentindo desânimo e descrença em tudo e então a gente desapega de tudo por falta de opção, não por sabedoria, pois se fosse por sabedoria envelheceríamos desapegados muito felizes e animados por estarmos "indo desta pra uma melhor".

Daí então a gente olha pra vida como um jogo perdido após tantos momentos de "vitória". Mas vitórias fugazes... dura realidade!

Deve ser que a nossa relação com o passado nos adoeça o espírito com todas as suas virtudes, pois nos faz assistir a um filme de cenas repetidas das tantas coisas que fizemos e que não deram certo... às vezes, cenas que deram certo, mas as que não deram roubam mais a nossa energia pois a crença em sermos "pecadores e mortais", que “Deus é tão Grande e eu sou tão pequeno” nos sussurra quase sempre "que não vamos dar conta de realizar nossos sonhos", "que tudo é muito difícil nesse mundo", "que eu sempre fui assim e perdi tantas chances e agora, a esta altura da vida, não tenho mais tanto tempo", e isso e aquilo...uf!

Quer saber? Quero fazer minha caminhada de coluna ereta, firme, olhando pra frente com convicção de que alguma coisa muito boa me espera porque agora, no presente, estou dando o melhor que posso. E quando chegar na idade madura quero continuar dando o melhor que posso.

Dar o melhor que posso é o melhor que qualquer um pode fazer, em qualquer idade, em qualquer época. E não significa "morrer trabalhando" ou "levar o mundo nas costas". Significa manter a visão de um futuro realmente bom

ao ter certeza de que não há desperdício de tempo no momento presente.

Mantenho minha direção rumo ao sucesso. Em que dia ele virá, não sei... mas tenho certeza dele.

E você?

Pra onde você quer ir?

Qual a sua direção?

Tomara que nos encontremos lá!

Ass. Glausse Rosa

terapeuta ocupacional em geriatria e gerontologia

terça-feira, 29 de maio de 2012

28/05/2012 - Estudos procuram fórmula para chegar bem aos cem anos – FOLHA DE SÃO PAULO

Ela andou de bicicleta até os cem anos, caminhou sozinha até os 115 e fumou até os 117. Costumava comer 1 kg de chocolate por semana e bebeu um copo de vinho por dia até sua morte, aos 122 anos.

A longevidade de pessoas como a francesa Jeanne Calment (1875-1997), a que mais tempo viveu, tem sido estudada por grupos internacionais e foi discutida durante o Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia, que terminou no sábado (26) no Rio.

Genes? Dieta? Exercícios? Atitudes positivas? Vida social? A ciência já sabe que a genética responde por até 30% da longevidade.

O resto está associado a estilo de vida e fatores socioambientais, muitos dos quais passíveis de mudanças e adaptações.

Os pesquisadores entendem que a longevidade extrema, acima de 110 anos, é para poucos. Há 70 supercentenários no mundo (65 mulheres e cinco homens). Outros 400 alegam essa condição, mas não têm documentos que a comprovem.

Só no Brasil, já são quase 24 mil centenários, segundo o IBGE. Bahia (3.525), São Paulo (3.146) e Minas Gerais (2.597) são os Estados com a maior concentração.

editoria de arte/folhapress

PREPARO

Na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), um projeto reúne 245 idosos acima de 80 anos, sem queixas específicas, e os prepara para a chegada ao centenário. Ali, fazem exames, adequam medicações e recebem orientações sobre sono, memória, dieta e atividade física.

"Muitos dos nossos pacientes serão centenários a partir deste ano. Estamos avaliando o quanto é possível manter a sobrevida sem incapacidade física, mental, emocional e social", afirma a médica Maysa Seabra Cendoroglo, professora de geriatria e gerontologia da Unifesp.

E é possível viver muito e chegar ao fim com independência? "A busca por essa resposta vem sendo motivo de muitos estudos. As propostas apontam para a necessidade de se manter uma boa dieta, uma atividade física permanente e prolongada e um estímulo cognitivo", explica a médica.

Mas isso adianta mesmo para quem não tenha "bons" genes? "Sim. Pode ser que você não chegue aos cem anos, mas vai chegar aos 80, aos 90, ativo, independente. O que importa é fazer o máximo que eu posso até o finzinho."

Também é possível ser feliz aos cem anos, mesmo com doenças e após a perda de filhos, diz a psicóloga alemã Dagmara Wosniak, que fez um estudo com 56 centenários de Heidelberg. Quase metade deles vivia em instituições e 82% dependiam do auxílio de enfermeiras.

A extroversão, a cognição e uma rede social preservada (família e/ou amigos) foram os fatores mais associados à felicidade nessa fase da vida, segundo ela. "O otimismo aumenta a vontade de viver."

POLíTICAS

O aumento da longevidade também tem levado os especialistas da área a propor abordagens diferentes para cada grupo etário de idosos.

"Um idoso de 65 anos não é o mesmo de um com 80, que não é o mesmo de um de cem. Hoje colocamos tudo no mesmo saco", diz o médico Alexandre Kalache, que já dirigiu o programa de envelhecimento da OMS (Organização Mundial da Saúde).

Para ele, o Brasil vai mal na execução de políticas que possibilitem um envelhecimento saudável, seja na prevenção de doenças que incapacitam o idoso seja em instrumentos que o protejam e que garantam seus direitos.

Resultados preliminares do estudo Sabe (Saúde, Bem-Estar e Envelhecimento), desenvolvido pela USP, já refletem um cenário nada cor-de-rosa. O trabalho monitora como os idosos de São Paulo estão envelhecendo.

Três grupos acima de 60 anos vêm sendo acompanhados. Um grupo começou a ser seguido em 2000, outro em 2006 e o último, há dois anos.

Segundo a médica Maria Lúcia Lebrão, professora da Faculdade de Saúde Pública da USP, os "novos" idosos parecem estar mais doentes, com menos mobilidade, por exemplo.

"A previsão é que as novas gerações de idosos sejam menos saudáveis. Temos ao nosso favor as novas tecnologias. Mas será que elas trazem mais qualidade de vida?"